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Retrocesso ao desenvolvimento econômico

Retrocesso ao desenvolvimento econômico
Retrocesso ao desenvolvimento econômico

 

 

É perceptível para todo o setor produtivo de Santa Catarina de que o Governo do Estado busca ansiosamente aumentar a arrecadação acrescendo a carga tributária, atingindo diretamente quem produz emprego e renda, quando deveria fazê-lo combatendo a sonegação. Quando se fala da retirada de incentivos fiscais, não se compromete somente o empresário dono do parque fabril. Impacta diretamente o consumidor final, passa por toda a cadeia econômica. Há uma enorme dificuldade das autoridades em diferenciar renúncia fiscal, incentivos fiscais e condições para o empresário catarinense competir com os concorrentes situados em outros estados.

 

Que bases às empresas utilizarão para prepararem orçamentos se não sabem quais serão os custos das suas matérias primas e desconhecem os efeitos que isso causará nas suas vendas?

 

Todos os meses são anunciados aumentos na arrecadação, mas parece não ser suficiente. A arrecadação de Santa Catarina, em 2007, era de R$ 6 bilhões, conforme os dados do Comitê de Defesa da Competitividade da Economia Catarinense – composto por 26 entidades de distintos segmentos. Em 2017, aumentou para R$ 52 bilhões, um acréscimo de 350% nos cofres públicos. Independente do segmento é preciso pensar que as empresas e os produtos catarinenses têm de ter condições de competir com mercados externos de outras federações. E cabe aos governos terem políticas de estímulo ao desenvolvimento econômico.

As renúncias fiscais precisam ser revistas, estudadas e aprimoradas, no entanto, não se pode passar a régua e prejudicar a economia catarinense. As mudanças estão em jogo e o prazo final para sua definição foi estendido pra 31 de dezembro. Essa ampliação do tempo é apenas um prolongamento da angústia dos empresários catarinenses que, a partir de setembro, começam a discutir o orçamento para o ano de 2020. Que bases às empresas utilizarão para prepararem orçamentos se não sabem quais serão os custos das suas matérias primas e desconhecem os efeitos que isso causará nas suas vendas? Com a palavra o Governo do Estado.

 

 

Foi promovido na ACIJ o painel das mulheres que inspiram organizado pelo Núcleo das Mulheres Empreendedoras. Na foto, da esquerda para a direita, Nelson Coelho (vice-prefeito de Joinville), Daniela Henschel (gestora da Uninter), Maria de Lourdes Zimath (presidente da OAB Joinville), Silvia Maria Coleraus (presidente do Núcleo da ACIJ), Luana Pretto (presidente da Águas de Joinville) e João Martinelli (presidente da ACIJ) – Imagem: Luciano Dias/ACIJ
Foi promovido na ACIJ o painel das mulheres que inspiram organizado pelo Núcleo das Mulheres Empreendedoras. Na foto, da esquerda para a direita, Nelson Coelho (vice-prefeito de Joinville), Daniela Henschel (gestora da Uninter), Maria de Lourdes Zimath (presidente da OAB Joinville), Silvia Maria Coleraus (presidente do Núcleo da ACIJ), Luana Pretto (presidente da Águas de Joinville) e João Martinelli (presidente da ACIJ) – Imagem: Luciano Dias/ACI

 

 

 

MENOS JUROS

Crédito para associados da ACIJ

Linhas de crédito com condições exclusivas para membros da Associação Empresarial de Joinville (ACIJ) estão sendo oferecidas pela Instituição Financeira Sicredi. Os benefícios são em descontos de recebíveis, energia solar e capital de giro, com taxas menores das praticadas no mercado. Desde julho, há uma agência de negócios dentro da entidade, com foco no atendimento de mais de mil associados. O local funciona das 8h30 às 17h30.

Nos descontos de recebíveis, é possível antecipar os cheques e duplicatas com taxa de 1.49% ao mês. Outra condição para investimento empresarial são as linhas da Sociedade Garantidora de Crédito (SGC), com juros mensais fixados em 1,79% e o pagamento em 36 meses. Na mesma modalidade, o capital de giro tem alíquota de 1,69% e pagamento em 36 meses.

Pensando no futuro, o Sicredi está financiando a energia sustentável, com placas fotovoltaicas. A ACIJ fez o investimento na sede. É possível obter o aporte com percentual de 0,48% ao mês com Certificado de Depósito Interbancário (CDI) sem limitador de valor. O pagamento pode ocorrer em cem meses. Para os financiamentos que não ultrapassam R$ 100 mil, a taxa fica em 1,49 % e a quitação em 60 meses.

 

JEC: O planejamento de recuperação financeira e futebolística do Joinville Esporte Clube (JEC) será apresentado pela diretoria do time na ACIJ. Em reunião aberta à comunidade, os membros do comitê de reestruturação, Luis Carlos Guedes e Paulo Neumann, falam ao público na segunda-feira dia 26, às 18h30.

CAPITAL: Quinta-feira, 22, o Núcleo de Negócios Internacionais da ACIJ fará visita a Associação Empresarial de Florianópolis (ACIF). Na ocasião, os núcleos de ambas as entidades irão estreitar relações. A partir das 13h30 o grupo joinvilense fará visita técnica ao Aeroporto de Florianópolis.

CONCILIAÇÃO: O Núcleo Jurídico da ACIJ promove na quinta-feira, 29, palestra sobre técnicas de negociação para advogados. Serão abordados interesses das partes em acordos e as técnicas para obter um resultado bom para ambos os interessados. O palestrante será o advogado Giovani Fachini.

 

Agenda

 

Você sabia?

De 22 segmentos industriais avaliados no Indicador Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais, oito deles cresceram em junho. Produtos de metal e farmoquímicos avançaram 2,8% e 2,7%, respectivamente – Fonte: Ipea

 

 

 

 

Por: ACIJ Notícias

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