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Joinville e sua carência de liderança

Não é de hoje que a maior cidade de SC e um dos maiores pólos econômicos do país, está a deriva no que tange a Lideranças.

Temos até alguns fenômenos empresariais, porém com baixo ou quase nula participação em outras alçadas em nossa querida cidade.

Há uma carência enorme de pessoas que possam representar efetivamente os anseios da população e dos principais setores de nossa sociedade.  Muito dessa carência está ligada ao egoísmo social, onde a corrida ao ouro suplanta qualquer outro valor ou busca.  Não digo que isso é ruim, mas digo que isso é insuficiente.

Outra fatia, está relacionado as vaidades e invejas alheias, e um bom tanto também relacionado a ingratidão. Não são raros os casos de pessoas que se põe a dedicar-se a uma causa, e nas dificuldades são apedrejados pela própria sociedade, causando um afastamento das causas públicas.

Um exemplo do resultado que isso traz, é o fato de uma geração inteira de quarentões bem formados que ficou totalmente alheio a política, por serem desencorajados pelos país, que na boa índole, não queriam ver seus filhos “envolvidos na política”, por entenderem ser esse ambiente SUJO. O resultado todos sabemos.

Ao mesmo tempo, é importante tentar identificar os locais (câmara de vereadores, entidades, associações, clubes, federações, etc) onde existem pessoas ocupando o mesmo espaço há muito tempo, tirando proveito próprio de algo que é público.

O Rio que não recebe água nova, tende a ficar poluído“.

Está na hora das pessoas se mobilizarem sem vaidades, sem interesses pessoais, e se envolverem efetivamente nas causas que valem a pena.

Na política procurarmos  conhecer os novos candidatos, àqueles que possuem o anseio público acima do anseio pessoal, àqueles que sabemos não terem na política um plano de carreira, e sim, uma maneira de colaborar para mudar o atual estado de coisas.

No esporte termos sangue novo a frente dos clubes de bairro, do nosso JEC e do Basquete, há tempos sendo geridos pelas mesmas cabeças.

Enfim, está na hora de participarmos dos processos de renovação e buscarmos reconhecer o verdadeiros líderes. E àqueles que se vêem nesse processo, entender que liderar é servir e não se servir.

 

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