Indústria de Joinville se destaca na geração de empregos

 

 

“É preciso olhar com atenção para os setores de serviços porque podem ser potenciais parceiros de novos negócios na cadeia produtiva”

 

A maior cidade de Santa Catarina voltou a se destacar na geração de vagas formais no mês de agosto. Avançamos na indústria da transformação que conquista a primeira colocação no país em oferta de trabalho no setor, ao longo do ano. Um demonstrativo positivo de que a tecnologia com mão de obra não reduz postos de trabalho. Nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), Joinville chega ao saldo de 7.173 vagas com carteira assinada.

Embora os números favoreçam, estão aquém do que o setor empresarial almeja alcançar até o término do ano. É preciso olhar com atenção para os setores de serviços porque se destacam em geração de empregos e, podem ser potenciais parceiros de novos negócios na cadeia produtiva.

Há uma redução na contratação nos segmentos de construção civil, ensino, transporte, indústria de material elétrico, hotelaria e alimentação e comércio. Porém, o número de vagas fechadas não é elevado. No entanto, faz-se necessário melhorar. Em Santa Catarina, o saldo também é positivo na oferta de emprego, com a quarta melhor colocação no Brasil. E, no país, percebe-se que a economia começa a reagir porque os dados da geração de vagas em agosto são as melhores desde 2013.

 

Na ACIJ, o executivo do Ascensus Group revelou a ampliação da sede em Joinville com investimento de R$ 100 milhões, aguarda liberação ambiental. E a Ramo Sistemas apresentou o SAP Business One, solução para pequenas e médias empresas. Na foto, esquerda para a direita, Tercílio Stedile Junior e Dionei Domingos (diretores da Ramo Sistemas) Marcos Krelling (diretor da ACIJ), João Joaquim Martinelli (presidente da ACIJ), Vanderlei Palhano da Cruz (founder do Ascensus Group)
Na ACIJ, o executivo do Ascensus Group revelou a ampliação da sede em Joinville com investimento de R$ 100 milhões, aguarda liberação ambiental. E a Ramo Sistemas apresentou o SAP Business One, solução para pequenas e médias empresas. Na foto, esquerda para a direita, Tercílio Stedile Junior e Dionei Domingos (diretores da Ramo Sistemas) Marcos Krelling (diretor da ACIJ), João Joaquim Martinelli (presidente da ACIJ), Vanderlei Palhano da Cruz (founder do Ascensus Group)

 

Leia de Liberdade Econômica (13.874/19)

Foi sancionada no dia 20 de setembro, pelo presidente da República Jair Bolsonaro, a Lei de Liberdade Econômica. O texto aprovado tende a reduzir a burocracia para o setor empresarial. As principais alterações estão em áreas administrativas, trabalhistas e direito dos funcionários, além disso, vai facilitar a abertura de empresas e reduz as taxas em baixa de CNPJs. A legislação contém 20 artigos, também contempla alterações e revogações da legislação trabalhista.

 

Entenda as principais mudanças com a Lei de Liberdade Econômica (13.874/19)

  • Abuso regulatório: proíbe o poder público de favorecer a concentração de mercado e inclui outras normas que favorecem empresários; facilita o questionamento de transações.
  • Assinatura digital: passa a ser obrigatório o uso do certificado digital para as empresas, é a identidade eletrônica. Pessoas físicas também podem usar.
  • Alvarás: empresas com atividade de baixo risco não precisarão de alvarás e licenças para funcionar, vale para bares, borracharias, salões de cabeleireiros e startups.
  • Atas: as de sociedade anônima passam a ser com decisão singular desde o dia 23 de setembro. Fusões, mudança societária, permanecem com análise colegiada.
  • Baixa: empresas denominadas de individuais, eireli, e limitadas terão isenção de taxas. O encerramento poderá ser feito digitalmente, mas ainda pode ser presencial.
  • Bloco K: terá de ser informado mensalmente por industriais e atacadistas em um novo sistema digital em definição. É o livro de registro, controle da produção e estoque.
  • Carteira de trabalho: passa a ser digital e vinculada ao CPF com emissão no Ministério da Economia. Em validade desde o dia 24 de setembro, a impressa fica inutilizável.
  • CNPJs: a abertura de empresas passa a ser digital na Junta Comercial do Estado de Santa Catarina (Jucesc).
    denominação: Uma pessoa poderá ter inúmeras empresas chamadas de Sociedade Limitada Unipessoal. Eireli deverão fazer migração, questão de prazo.
  • Documentos: a digitalização de documentos passa a ter o mesmo valor comprovatório das versões originais em papel. Vale para documentos públicos.
  • Extinção: o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (e-Social) foi extinto. Ainda não há um novo modelo em substituição.
  • Fundos: há novas regras para investimentos em fundos destinados à aplicação de ativos financeiros.
    ponto: empresas com mais de 20 funcionários terão de ter controle de entrada e saída de colaboradores, as a legislação faculta acordo prévio entre as partes.
  • Patrimônio: somente o patrimônio social de uma empresa poderá ser usado em dívida das companhias; isso não se confunde com o patrimônio da pessoa física.
  • Súmulas: cria um comitê de súmulas tributárias com membros da Receita Federal, do Ministério da Economia e da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional.
  • Trabalho: qualquer atividade econômica pode ser exercida aos fins de semana e feriados sem cobrança adicional, exceto àquelas que gerem ruído e perturbação do sossego.

 

Agenda

 

SAÚDE: O impacto da judicialização na gestão da saúde será tema de painel na ACIJ na quarta-feira, 2, às 19h, com o gerente de judicialização da Secretaria Municipal a Saúde, Andrei Kolaceke; o defensor público Djoni Benedete; e o advogado da Unimed, Samuel Domingos. A organização é do Núcleo de Saúde, leve um quilo de alimento.

CONTAS: Na próxima segunda-feira, 7, às 18h30, o prefeito Udo Döhler estará na ACIJ para fazer uma prestação de contas com exposição das ações do executivo municipal no atual mandato. O planejamento da administração para o último ano de governo será exposto, bem como, as ferramentas de gestão digital no setor público.

 

Você sabia?

As exportações recuaram 11% em agosto comparado a julho com a não movimentação de US$ 692,8 milhões. A queda ocorreu devido às carnes de aves e suínos, soja, motores de corrente alternada, tabaco e compressores. Fonte: Boletim SDE

 

 

 

 

 

 

Por: ACIJ

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