Hospital Geral Joinville realiza primeira cirurgia cardíaca

Hospital Geral Joinville realiza primeira cirurgia cardíaca
Hospital Geral Joinville realiza primeira cirurgia cardíaca

 

 

A jornada de pesca se tornou uma dificuldade para o pescador Romão Galdino Alves dos Santos. Aos 73 anos, ele teve que abandonar a profissão por complicações cardíacas. Lançar a rede no mar não era mais uma tarefa fácil para ele. O aposentado decidiu passar pelo procedimento cirúrgico no coração com o objetivo de restabelecer sua saúde e poder retomar a rotina de pescas.

Ele foi o primeiro paciente a passar por uma cirurgia cardíaca no Hospital Geral Joinville, inaugurado em abril pelo Hapvida. “O atendimento foi um remédio de tanto que ajudou a superar, foi incrível. Fomos bem atendidos, com carinho e amor”, avalia Maria Conceição dos Santos, casada há 50 anos com Romão. O pescador teve alta no último sábado, 10 de agosto.

Romão Galdino recebeu a troca de uma válvula natural por uma válvula artificial e a colocação de quatro pontes de safena nas artérias coronárias, que estavam obstruídas. “Foi uma cirurgia complexa, de alto risco e de grande porte realizada com muito sucesso”, avalia Gregório Márcio, Diretor Médico de Integração e Novos Negócios.

Aos cuidados dos médicos Dr. Carlos Henrique, Dr. Fabio Navarro e Dr. Raphael Quintana, o paciente foi submetido à circulação extracorpórea. “O batimento do coração é interrompido e ocorre a troca da válvula e as vascularizações. A circulação extracorpórea garante a vida do paciente. O sangue circula fora do corpo durante o procedimento, preservando todas as funções vitais, como a oxigenação do cérebro. Ele acorda após a sedação sem sequelas”, explica o Diretor Médico.

Mais saúde para aproveitar as coisas boas da vida

Romão Galdino Alves dos Santos é joinvilense da gema. Cresceu no bairro Boa Vista, onde morava com seus pais e quatro irmãos. Do pai Galdino Alves dos Santos herdou a paixão pela pescaria, atividade que pratica desde os seis anos. “Nossa família vivia da pesca. Somos da época de pegar peixe e camarão no rio Cachoeira. A gente já aproveitava para cair na água e tomar um bom banho. Pescar é uma terapia”, diz.

A rotina de pescaria logo começou a dividir espaço com as atividades profissionais no início da juventude. Na volta de um almoço estava observando o movimento quando viu pela primeira vez Maria Conceição dos Santos. “Aquela morena bonita passou e logo quis conhecer. Mandei um recado pela colega dela, a Antônia, que era minha vizinha. Começamos a namorar naquele mesmo ano, conseguimos uma casa no Iririú e casamos em 1970. Foi amor à primeira vista e à longa vista, pois estamos juntos há 50 anos. E ela não me abandona nunca”, conta orgulhoso sobre a esposa, com quem teve dois filhos.

“Comprei uma casinha na praia. Um dia estava caminhando e conheci o Paulo Correa, que me convidou para pescar. Acabamos fazendo uma sociedade. Comprei outros tipos de rede e comecei a pescar no Capri também.”

No início deste ano, uma preocupação somou-se ao cotidiano do aposentado. “Temos uma canoa grande com rede dentro, que fica em um rancho. É preciso colocar as estivas, aquelas madeiras que vão embaixo do barco como se fossem trilhos, para deslizá-la pela areia até a água. Comecei a sentir muito cansaço quando fazia isso e também para puxar a rede e vender os peixes. Não estava conseguindo mais, era muito pesado. Foi quando eu parei e procurei ajuda médica para resolver”, explica.

Estimulado pela família e pelo médico, Romão decidiu submeter-se à cirurgia no coração para evitar consequências mais graves que pudessem prejudicar sua saúde. “Tanto eu como a minha família fomos muito bem atendidos, não mediram esforços para a gente se sentir bem. Eram tão atenciosos que sentimos confiança e perdemos o receio que havia. Não foram só médicos e enfermeiros, mas amigos. Já sinto saudade deles”, afirma.

Romão ficou no Hospital Geral Joinville durante nove dias, a internação mais longa que vivenciou. Já em casa, conta os dias para retomar as atividades à beira mar. “Estou me recuperando bem. Não sinto dores e a cicatrização vai bem. Quando o doutor me der alta, já me jogo pra praia”, antecipa. Se depender da família, não vai faltar companhia. ”Eu e minha mulher íamos juntos pescar de molinete toda semana em São Francisco do Sul. O Edmilson, meu filho mais velho, também adora pescar”, acrescenta.

Sobre o Hapvida

Com mais de 4 milhões de clientes, o Hapvida hoje se posiciona como uma das maiores operadoras de saúde no Brasil. Os números superlativos mostram o sucesso de uma estratégia baseada na gestão direta da operação e nos constantes investimentos: atualmente, são mais de 22 mil colaboradores diretos envolvidos na operação de 28 hospitais, 82 clínicas médicas, 19 prontos atendimentos, 88 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial (Vida & Imagem), distribuídos em 12 estados onde a operadora atua com rede própria.

 

 

Por: EDM Logos

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