Hospital Geral Joinville, do Sistema Hapvida, celebra mais uma vitória contra a Covid-19

No último sábado, 27 de junho, o Hospital Geral Joinville, do Sistema Hapvida, celebrou mais uma vitória contra a Covid-19. Juliane Denikosky de Borba, 32 anos, inspetora de qualidade, teve alta após seis dias de internação. A moradora do bairro Jardim Iririú contraiu o novo coronavírus apesar de fazer uso contínuo da máscara de proteção, ser jovem, não ter contato com pacientes positivos, estar livre de comorbidades ou de histórico de doenças respiratórias. Precisou contar com cuidados intensivos durante três dias, além do apoio de máscara respiratória e sonda de oxigênio, por conta da baixa saturação.

 

“Eu pensava que nunca pegaria a covid, pois não tinha nenhuma doença grave. Nem com gripe fiquei ultimamente. Achei que seria uma dessas pessoas assintomáticas, mas, no fim das contas, peguei e tive os sintomas”, conta. Felizmente, a história de Juliane terminou bem. Ao som de uma música sobre vitória, escolhida especialmente pelo marido João Carlos, ela se despediu da equipe médica. “Fui atendida com muita atenção o tempo todo, cuidaram bem de mim”, acrescenta.

Já em casa, Juliane agora mantém a distância do marido, que felizmente não contraiu a covid, assim como a mãe dela. Ainda com um pouco de tosse e cansaço, ela deixa um alerta: “É preciso realmente se cuidar, lavar as mãos e evitar o contato físico. A Covid não é fácil. Senti muitas dores e incertezas”. Uma das sequelas do coronavírus, no caso de Juliane, foi uma miocardite, inflamação do músculo do coração, que deve ser curada com o passar do tempo

Os sintomas do novo coronavírus

Juliane pensou inicialmente que estivesse apenas com uma gripe quando percebeu os primeiros sintomas. Sentia dores na região lombar e fraqueza. Tentou resolver com chás e antigripais, mas, mesmo assim, tinha dificuldade para dormir. Outros desconfortos foram surgindo, aos poucos: dores de cabeça, sudorese intensa durante a noite, rouquidão, diarreia e aceleração dos batimentos cardíacos. Até atividades corriqueiras, como subir a escada, estavam mais difíceis. Procurou ajuda médica e iniciou o tratamento, que levava em consideração a hipótese de ter contraído o coronavírus.

“Sentia ânsia, mas não tinha forças nem para vomitar ou levantar. Eu não entendia o que estava acontecendo, era uma sensação como a de uma virose. Chegava a ficar tudo escuro. Era uma sensação interna muito ruim”, conta. Ela teve desmaios, perdeu o apetite e percebeu alteração no cheiro dos alimentos.

Com o agravamento dos sintomas, passou por exames de sangue e foi constatada uma infecção, mesmo sem ter tosse e com baixa presença de coriza. Foi submetida também à uma tomografia, por meio da qual foi percebido um quadro de pneumonia. Por conta do surgimento de uma incessante tosse, o mal estar no corpo intensificado e a qualidade do sono e da respiração agravadas, Juliane teve a internação realizada na manhã de 22 de junho. Recebeu tratamento e uma nova bateria de exames, dentre eles, a testagem para a Covid-19, que apresentou resultado positivo.

 

 

 

Por: Michelle Castro

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