Futuro passa por veículos elétricos, autônomos, conectividade e compartilhamento, diz GM

PMEs mais vulneráveis O CEO aponta que os pequenos e médios varejistas on-line estão mais suscetíveis a esse tipo de fraude porque as grandes lojas já têm controle sobre sua plataforma virtual e equipes especializadas para a segurança dos processos.  Canabarro afirma que é possível identificar reproduções frequentes de fraudes na loja on-line analisando os dados. O sinal mais evidente de que compras estão sendo feitas em nome de outras pessoas são as compras muito acima do tíquete médio da loja. Outra situação que pode acender o alerta é a concentração de entregas para uma mesma região. O aumento das vendas muito além da curva de crescimento também é um sinal relevante.  Para o consumidor, o principal risco que ele corre é comprar em lojas falsas. O CEO da Konduto explica que é fácil para os criminosos montarem sites ilegais, com estruturas simples e fáceis de serem operados para receber o dinheiro e não entregar nada ao consumidor. “Não dá muito trabalho. Tem um monte de site pronto que dá para subir na internet e que no final das contas só precisa da relação de produtos e o carrinho, é relativamente simples”, explica.  Depois de preparado o site para a fraude, em muitos casos são produzidos anúncios nas grandes plataformas, como Google ou Facebook. “O fraudador paga os anúncios para jogar lá em cima (na busca). No Facebook é ainda mais fácil de ser enganado, as pessoas compartilham e tudo mais”, detalha.  O especialista alerta que os meios de pagamento mais perigosos são o boleto bancário ou transferência. No cartão, o banco assume a responsabilidade em boa parte das fraudes. “Se não houver entrega, o cliente tem todo direito de ligar no banco e dizer ‘devolva meu dinheiro’. O banco é obrigado a devolver”, garante o especialista.  Com sistemas robustos para conter fraudes, os cartões acabam sendo preteridos pelos fraudadores em algumas ocasiões. Nesses casos, há um esforço em jogar o consumidor para outro meio de pagamento. “A pessoa clica e quando chega no carrinho recebe o aviso de que deu problema no pagamento e que será preciso pagar por boleto ou pelo número da conta. O consumidor, já investido naquela compra, simplesmente paga”, explica Canabarro.  Como medidas primárias para evitar fraudes, Canabarro sugere ao consumidor reparar nos meios de pagamentos oferecidos pela loja on-line. Lojas que não aceitam cartão já são suspeitas, segundo ele. Outra medida primordial é procurar a procedência do site por meio de comentários na própria web, eventuais reclamações ou recomendações.
Futuro passa por veículos elétricos, autônomos, conectividade e compartilhamento, diz GM

 

A General Motors vai lançar 20 novos modelos totalmente elétricos até 2023. O anúncio foi do diretor de Comunicação Corporativa e Marca da General Motors, Nelson Silveira. Ele falou na ACIJ sobre o tema Zero Acidente, Zero Emissão e Zero Congestionamento – A Visão da GM para o Futuro.

Segundo ele, a empresa tem um preocupação muito grande com a sustentabilidade e sua fábrica mais moderna e atualizada neste item está em Joinville. A vida útil de uma bateria, por exemplo, tem 10 anos para uso no carro. Depois, é possível dar outras funções, como fonte estacionária.

“95% dos acidentes são decorrentes de falha humano. O mundo, com carros autônomos, terá salvo 1.250 mil pessoas, que morrem todos os anos de acidentes no trânsito”, afirmou.

Segundo ele, a emissão zero será resolvida com os carros elétricos, tendência crescente no mundo todo. “Por meio de veículos conectados e compartilhados, vamos resolver os problemas de congestionamento. Na GM temos a ambição, o talento e a tecnologia para criar um mundo sem acidentes, sem emissão e sem congestionamento”.

Para chegar nessa condição, a General Motors vê como caminho os veículos elétricos, os veículos autônomos, a conectividade e o compartilhamento de veículos. “Nós acreditamos num futuro totalmente elétrico. Hoje, temos o Bolt, 100% elétrico, com autonomia de quase 400 km. Já temos mais de 200 veículos autônomos rodando nos Estados Unidos.”

Nelson Silveira explica que a GM identificou uma start up com o software mais desenvolvido para esse tipo de veículo, o que possibilita que, já no próximo ano, a empresa tenha um serviço de táxis autônomos, nos Estados Unidos.

O executivo ainda falou do Maven, sistema de compartilhamento da GM, com aluguel de carros por fração de tempo, uma solução moderna, que pode ser usada por condomínios, cidades e ainda apenas para serviços eventuais (bico).

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