Facebook apresenta ao mercado seu novo nome corporativo: Meta

O Facebook apresentou ao mercado seu novo nome corporativo: Meta. O feito se deu em evento da companhia, com a participação do CEO Mark Zuckerberg, dia 28.

De acordo com o executivo, o novo nome será usado para se referir à marca responsável pelas redes sociais e apps Facebook, Instagram e WhatsApp.

“Somos uma empresa que desenvolve tecnologia para conectar. Juntos, podemos finalmente colocar as pessoas no centro de nossa tecnologia. E, juntos, podemos desbloquear uma economia de criadores muito maior”, disse Zuckerberg.

Facebook

Ainda de acordo com o executivo, a mudança precisou acontecer, uma vez que ele identificou que o nome Facebook não engloba totalmente tudo o que a empresa faz agora e ainda está intimamente ligado a um produto apenas.

A reformulação da marca é parte dos esforços da empresa para deixar de ser conhecida apenas como uma empresa de mídia social para se concentrar nos planos de Zuckerberg de construir o metaverso.

Inclusive, Zuckerberg já possui o identificador do Twitter @meta e o domínio meta.com, que agora redireciona para uma página de boas-vindas no Facebook que descreve as mudanças.

Já a estrutura corporativa da empresa não mudará, apenas a forma como ela relata os resultados financeiros.

“Começando com nossos resultados do quarto trimestre de 2021, planejamos reportar em dois segmentos operacionais: Família de Aplicativos e Laboratórios de Realidade”, disse.

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Metaverso

Zuckerberg tem despejado bilhões de dólares – pelo menos US$ 10 bilhões só neste ano – na construção do metaverso. Trata-se de um universo virtual mais amplo, conforme reportado pelo PJTech em matéria anterior, que pode ser lida aqui.

O Facebook, agora Meta, está bastante focado em produtos de realidade virtual avançados. É o caso do headset batizado de Oculus.

Há, ainda, na esteira de produtos e serviços da rede social aplicativos de realidade virtual para plataformas de comunicação, os chamados “social hangouts”.

A companhia diz acreditar que o metaverso se dará por meio de uma construção colaborativa entre empresas tech. Por isso, vai investir em startups e estima que o metaverso seja uma realidade em até 15 anos.

Balanço

O Facebook reportou, dia 25, receita de US$ 29,01 bilhões entre julho e setembro, crescimento de 35% ante os US$ 21,47 em igual período do ano anterior. O dado, contudo, veio abaixo dos US$ 29,57 esperados por analistas do mercado financeiro consultados pela Refinitiv.

Já o lucro por ação marcou US$ 3,22, levemente acima dos US$ 3,19 projetados por analistas. No período, o lucro líquido teve crescimento de 17% na base anual, de US$ 7,85 bilhões para US$ 9,19 bilhões.

O número diário de usuários ativos nas plataformas somou 1,93 bilhão em setembro, aumento de 6% ano sobre ano e em linha com o esperado pelo mercado.

O número mensal de usuários ativos cresceu na mesma magnitude, 6%, para 2,91 bilhões.

Por fim, a receita média por usuário no trimestre ficou em US$ 10,15, em linha com o esperado.

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