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Entidades empresariais e Bancada de Joinville discutem prioridades para a cidade

Deputados estaduais e federais eleitos por Joinville foram recebidos pelo Conselho das Entidades na Acij (Fotos: Divulgação Acij)
Deputados estaduais e federais eleitos por Joinville foram recebidos pelo Conselho das Entidades na Acij (Fotos: Divulgação Acij)

 

Conselho das Entidades Empresariais realizou encontro com a Bancada de Joinville nesta segunda-feira, dia 5 de novembro, quando recebeu os deputados estaduais (Fernando Krelling, Kennedy Nunes e Sargento Lima) e federais eleitos (Darci de Matos, Rodrigo Coelho e Coronel Armando) eleitos em 2018 e que têm sua base eleitoral em Joinville. O conselho é formado por CDL, Acij, Acomac e Ajorpeme.

O Conselho das Entidades abriu espaço para cada parlamentar apresentar suas ideias e propostas para a gestão 2019/2022 e destacou alguns dos principais pleitos da comunidade empresarial do Norte Catarinense.

O presidente da Acij, João Joaquim Martinelli, reforçou aos deputados estaduais e federais eleitos a importância de Joinville formar a sua bancada. “Vamos convidá-los para que tenhamos uma reunião com as entidades empresariais a cada 45 dias, para que vocês possam conhecer nossos pleitos e para que possamos acompanhar seu trabalho”, afirmou Martinelli.

O presidente da CDL de Joinville, Frederico Cardoso dos Santos (Fredy), disse que tinha apenas um pedido a fazer para os deputados presentes: “Que o trabalho dos senhores seja pautado na união de forças; que na hora de lutar pelas demandas de nossa cidade, as diferenças políticas sejam deixadas de lado; desta forma, acredito que vamos ter muito mais sucesso em nossos objetivos”. Fredy disse esperar que muitos outros encontros como o desta segunda-feira sejam realizados. “Porque é importante trabalharmos unidos”, reafirmou.

Presente ao encontro, o prefeito Udo Döhler comemorou a presença de todos os eleitos e o manifesto de todos em priorizar a cidade. Udo reforçou a importância dos Bombeiros Voluntários, que garantem economia para o Estado e não penaliza a atividade produtiva.

 

Os deputados

“Eu gosto muito que as entidades nos chamem e espero que isso continue a acontecer. Tem que haver essa participação. A gente lembra que os projetos entram e passam por uma série de comissões e neste momento muitas coisas podem ser mudadas”, alertou Kennedy Nunes.

O deputado estadual afirmou sua disposição em não votar projetos que permitam o aumento de impostos. “Queremos lembrar que a vistoria dos Bombeiros Militares é cobrada e representa um aumento da carga tributária”, destacou Martinelli.

O coronel Armando, deputado federal eleito, defendeu as posições do presidente eleito Jair Bolsonaro, de quem foi colega. “Temos o espírito pacificador. Precisamos dar confiança e crédito a ele. Temos convívio com ele e isso vai beneficiar nossa região. Assumimos o compromisso de trabalhar pela nossa região”, destacou. Com relação ao Comandante Moisés, o deputado falou da oportunidade de enxugamento da máquina pública como princípio de trabalho. “Sou contra a taxa de bombeiros em Joinville”, acrescentou.

Na sequência, Darci de Matos listou suas missões em Brasília, de legislar, fiscalizar o Executivo e buscar recursos pra Joinville. “Não retorna nem metade dos recursos que mandamos para a capital federal”. Citou ainda que, pontualmente, o esforço da bancada deve ser para a conclusão da universidade, da BR-280 e para a retirada dos trilhos do trem da zona Sul de Joinville.

Rodrigo Coelho realçou o foco na cultura e na Escola do Teatro Bolshoi e o esforço pelas reformas: “Simplificação tributária e realização de PPPs, deixando o Estado atuar nas atividades essenciais”. Coelho convidou a todos para que participem da política.

Fernando Krelling, deputado estadual eleito, defendeu o bairrismo, em nome dos interesses da cidade. Defendeu ainda a determinação que é preciso ter na luta pelos projetos que beneficiem Joinville. “Um hospital de referência para o tratamento do câncer, apoio ao São José e a estadualização da Dona Francisca se fazem necessários, já que o município tem graves dificuldades financeiras e pouco pode fazer”.

O Sargento Lima, em sua fala, regionalizou o discurso do presidente eleito: “Menos Florianópolis e mais Santa Catarina”, afirmou. “Difícil ser politizado neste país e ter que escolher o menos ruim. Neste ano, fiquei feliz com meu voto. E como funcionário público, prevalece meu juramento de defender o cidadão”.

 

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