Diebold Nixdorf coloca na praça sua solução de autoatendimento DN Series 400

A Diebold Nixdorf colocou na praça sua solução de autoatendimento DN Series 400. Trata-se de um terminal de autoatendimento que traz como diferencial uma abordagem modular, aberta e always-on para atender as demandas bancárias no mundo digital.

De acordo com a empresa, a solução emprega biometria, reciclador de notas, integração nativa baseada em Internet das Coisas (IoT) AllConnect Data Engine, segurança aprimorada e ainda mais flexibilidade para melhorar a experiência dos consumidores e reduzir custos dos bancos.

Também disse que o DN Series 400 parte de um projeto global que atende 100% das necessidades do mercado local.

A companhia se posiciona como líder mundial em impulsionar e conectar o comércio para as indústrias de bancos e varejo.

Diebold Nixdorf coloca na praça sua solução de autoatendimento DN Series 400

Diebold Nixdorf

Presidente da Diebold Nixdorf Brasil, Elias Rogério da Silva destacou que a maneira como as pessoas compram e movimentam seu dinheiro está mudando mais rápido do que se pode acompanhar.

“O DN Series 400 enfrenta esses desafios, apresentando uma solução de autoatendimento altamente modular e aberta, em uma abordagem pensada para ajudar a conectar cada vez mais os bancos com seus clientes”, frisou.

E acrescentou que um dos principais diferenciais do terminal DN Series 400 é justamente a possibilidade de oferecer soluções verdadeiramente alinhadas às demandas de cada tipo de negócio.

“Esses terminais trazem o que há de mais moderno na gestão de numerário, segurança, customização para marketing e monitoramento. Isso traz enormes ganhos para os bancos, que podem oferecer uma experiência de uso muito mais dinâmica, com alta disponibilidade garantida. Esta máquina pode ser configurada de inúmeras formas para ser o ponto de encontro entre o real e o digital”, explicou.

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Objetivo

De acordo com o executivo, o objetivo é trazer uma plataforma ampla, capaz de suportar todos os principais serviços do mercado, garantindo perfeita integração no ecossistema de canais das organizações bancárias da atualidade e do futuro.

“Queremos construir o futuro da relação entre bancos e clientes de todos os tipos. Para isso buscamos entregar mais eficiência, segurança, disponibilidade, inovação e diversidade de serviços, sempre com a possibilidade de também ser mais personalizável. Esse é nosso foco”, comentou.

E acrescentou que o DN Series 400 oferece design sofisticado, desenvolvido com a colaboração de consumidores e clientes de todo o mundo, tela multitouch, sensores de reconhecimento sem contato e diferentes propostas de processamento e gestão de dados (local e em nuvem).

Características

Ainda segundo o executivo, o serviço conta com soluções antifraude de última geração, resistindo a ameaças físicas, lógicas e cibernéticas. Outro ponto em destaque é a presença do módulo de reciclagem de 4ª geração (RM4), que oferece maior espaço e capacidade de operação, dispensador de moedas e recursos de depósito em cheque.

“Vale destacar, ainda, o foco em sustentabilidade, nos pilares de viabilidade ambiental, social e corporativo do conceito de ESG. Para tanto, os caixas eletrônicos da nova família DN Series possuem estruturas mais leves, mais seguras e mais sustentáveis”, disse.

E complementou: “os equipamentos são confeccionados com a utilização de materiais reciclados e recicláveis, sendo, em média, 25% mais leves que a maioria dos equipamentos tradicionais – o que ajuda a reduzir as emissões de CO2 na fabricação, no processamento e até no transporte de componentes e terminais. Contam, também, com painéis led, que reduzem o consumo de energia, e integração nativa para uso de APIs, o que possibilitará ampliar os recursos de Open Banking, reforçando a importância dos terminais como elementos de interação entre consumidores e bancos (inclusive digitais).”

Febraban

Silva ressaltou, também, que relatórios da Febraban indicam que os volumes de transações bancárias via ATMs tem se mantido estável, apesar do crescimento de operações realizadas por meio de aplicações digitais. Segundo o relatório de 2020, os brasileiros movimentaram cerca de 8,3 bilhões de reais nos terminais de autoatendimento espalhados pelo país.

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