Comunidades Quilombolas de Joinville recebem orientação sobre a doença

A Secretaria da Saúde de Joinville direciona orientação específica sobre a Covid-19 à comunidade quilombola. Joinville tem duas áreas certificadas como remanescentes de quilombo. Uma delas é a comunidade Beco do Caminho Curto, na área de abrangência da UBSF Pirabeiraba, e a comunidade Ribeirão do Cubatão, no território da UBSF Jardim Paraíso III.

As equipes de saúde da família desenvolvem atividades de orientações, vacinação e atendimento médico no local, facilitando o acesso e considerando o princípio de equidade em saúde.

Para orientações sobre o novo coronavírus, foi desenvolvida uma cartilha que também alerta sobre medidas preventivas para evitar a dengue. O material foi elaborado pelo Conselho de Promoção da Igualdade Racial de Joinville (COMPIR).

As 100 pessoas da comunidade em Pirabeiraba e as 41 do Jardim Paraíso são monitoradas quanto aos sintomas de COVID-19, e, além disso, recebem vacinação de combate à gripe e máscaras.

Em Joinville 8,9% dos casos da Covid-19 acometeram a população negra, representando 10,8% dos óbitos por esta causa, mas nenhum deles ocorreu nas duas comunidades quilombolas.

 

Quem são os Povos e Comunidades Tradicionais?

Segundo a classificação do Governo Federal, entre os Povos e Comunidades Tradicionais (PCT’s) do Brasil estão os povos indígenas, os quilombolas, as comunidades tradicionais de matriz africana ou de terreiro, ciganos, os extrativistas, os ribeirinhos, os caboclos, os pescadores artesanais, os pomeranos, entre outros.

Em Joinville, além das duas Comunidades Quilombolas certificadas pelo Governo Federal – Comunidade Beco do Caminho Curto e Ribeirão do Cubatão – existem centenas de terreiros e o Acampamento Cigano Calins, liderado por ciganas na zona sul da cidade. Não há registro de aldeias indígenas na cidade.

 

 

 

Por: Secom

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