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A esperança e o esforço

 

Assim que passar a euforia com a Copa do Mundo, que domina os noticiários neste momento, passaremos a viver a expectativa, e a confirmação ou não, das especulações quanto às candidaturas para a Presidência da República e Governo do Estado, e ainda para a eleição de Senadores, Deputados Federais e Deputados Estaduais.

As eleições, assim como o ano novo, de certa forma servem para renovar nossas esperanças de melhores dias, com governantes e legisladores mais preocupados em entender e atender as necessidades do país e de sua população. Mais preocupados em servir ao Estado, do que servir-se dele.

Da mesma forma que o Governo de Santa Catarina sente-se injustiçado na equação arrecadação e repasse ao Estado, Joinville está sem dúvida alguma sendo severamente penalizada nesta conta. Gera muita riqueza e impostos e tem um retorno pequeno, quase inexistente, em obras e investimentos, sejam eles estaduais ou federais.

Sabe-que que nos últimos anos os recursos têm se tornado cada vez mais escassos. A arrecadação não pára de aumentar, mas as despesas, especialmente com o custeio da máquina e com a previdência, crescem de forma exponencial.

Porém, parece que a única maneira de participar do bolo é estar presente na festa. Ou seja, é notório que as regiões que tem mais políticos atuantes representando-as recebem a maior parcela dos poucos recursos existentes. Os exemplos estão aí, para quem quiser enxergar.

Diante dessa premissa, Joinville precisa mostrar sua força e estar mais presente no próximo Governo, mais próxima de seus deputados e com cadeiras importantes no primeiro escalão. Ficamos para trás nos últimos anos. A exceção da obra de duplicação da Santos Dumont, que teve participação expressiva da ACIJ nas desapropriações, não temos lembrança de grandes obras, na infraestrutura, saúde ou educação.

A cidade ressente-se, por exemplo, de um acesso duplicado, seja na Ottokar Doerffel, no distrito industrial (Hans Dieter Schmidt) ou na Almirante Jaceguay, cujo trajeto já foi determinado, com projeto pronto para execução. Por isso, além de continuar lutando por essas obras, vamos concentrar esforços para estarmos presentes no próximo governo. Bons nomes não nos faltam, nossas causas são sempre muito justas e, se a ACIJ não dizer, quem fará?

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